Conselheiro Consultivo

Conhecimento, inteligência e experiência são o “novo” dinheiro

Em quase 40 anos de carreira, Diogenes Lima dedicou boa parte para atuar como consultor e mentor profissional. Hoje, além de Diretor Comercial e de Marketing de uma grande empresa de serviços, se tornou um Black Belt VULP, agregando capacidade de liderança, trabalho em equipe e desenvolvimento de talentos para o time.

Formado em Administração de Empresas, Lima é o nosso novo entrevistado.

Conheça um pouco mais sobre mais esse Black Belt da VULPS.

VULPS: Qual o seu objetivo ao se tornar um Black Belt?

Diogenes Lima: Desde muito cedo tenho por princípio desenvolver pessoas e organizações por meio do conhecimento.

Ser um Black Belt me aproxima de startups e empresas que podem contar com minha experiência em diversas áreas e, principalmente, na Jornada do Cliente.

Sou orientado para resultado e possuo elevada capacidade de liderança e trabalho em equipe, além de uma forte visão estratégica de negócios. E tenho certeza de que, junto com os demais membros da VULPS, faremos a diferença no segmento de conselhos e consultorias empresariais, seja em pequenas, médias ou grandes organizações.

VULPS: Como você acredita que uma empresa pode se destacar mais facilmente?

D.L.: Sim. De modo geral, se fosse fácil não existiriam os executivos. Entretanto, para que uma empresa possa se destacar é preciso muita transpiração e, principalmente, inspiração.

Isso somente é possível com um elevado nível de competência e comprometimento, Primeiro dos sócios, seguido pelos executivos e equipes. É neste ponto que um Black Belt VULPS pode contribuir de forma decisiva para o desenvolvimento empresarial e dos profissionais, já que agregará conhecimento e experiência.

VULPS: Em um texto seu publicado no LinkedIn, você afirma que "Somos mais importantes do que dinheiro! Somos Smart Money!". O que essa frase significa para você?

Certa vez, há muito tempo, meu falecido pai me disse que “é melhor ter crédito do que dinheiro”. No primeiro momento não entendi muito bem, mas sei que o dinheiro pode acabar, enquanto o crédito, por sua vez, pode ser para sempre.

Então ter dinheiro é muito importante, porém saber o que fazer com ele é mais determinante para o sucesso de pessoas e organizações. Ou seja, o conhecimento ou a inteligência passa a ser o “novo” dinheiro, daí o Smart Money!

VULPS: Você já atua há algum tempo como Conselheiro Consultivo e Mentor de Carreira e Negócios. Qual a diferença entre um Black Belt e um Consultor?

D.L.: De modo geral, ambas as atividades são muito similares, tendo em vista que todas devem gerar resultados direitos ou indiretos aos negócios. No caso do Conselheiro e Mentor de Negócios, por exemplo, você não deve executar as diretrizes estabelecidas, já que está a função dos diretores e executivos da empresa.

Você deve atuar como um facilitador dos conhecimentos disponíveis e contribuir para que os debates sejam de alto nível em busca das melhores soluções para o curto, médio e longo prazo, dependendo do caso.

VULPS: Hoje, por conta da concorrência cada vez mais acirrada em diversos setores econômicos, como você vê a importância de ter pessoas experientes, como os Black Belts, auxiliando na gestão das empresas?

D.L.: Muitas empresas, por inúmeras razões, podem não ser capazes de contratar um executivo C-Level de elevada competência para cada área estratégica do negócio.

Como exemplo, cito a minha posição como C-Level atuando desde 1998 como diretor Comercial, Compras e Marketing em grandes empresas. Porém, normalmente, as empresas, principalmente as pequenas e médias, acabam por contratar CFOs e COOs com mais competência, pois entendem ser as áreas mais importantes da empresa.

Desta forma, os Black Belts, sem a obrigação do tempo da execução e com experiências múltiplas, são capazes de contribuir de forma decisiva no desenvolvimento da gestão das empresas em áreas pouco ou menos desenvolvidas.

6) Teria algum case de sucesso seu como Conselheiro Consultivo ou Mentor de Negócios? Poderia nos fazer um breve relato?

D.L.: O sucesso nunca é de uma pessoa apenas. Uma empresa é um organismo vivo, onde todos, sem exceção, podem e devem contribuir para o seu desenvolvimento.

Tive a oportunidade de participar de inúmeros momentos em que minha atuação trouxe o melhor entendimento para a melhor tomada de decisão.

Implantamos uma área de relacionamento em uma empresa de serviços cujo churn anual era superior a 19%, ou seja, a cada 5 anos “destruíamos” uma organização. Manter clientes custa cinco vezes menos do que conquistá-los, então investimento tempo, energia e recursos para criar uma Área de Retenção formada por profissionais de elevada capacidade, atuando como “farmers”, junto aos mais de 800 clientes por meio de Pesquisas de Satisfação, Clientes Ocultos e Visitas/Reuniões periódicas.

Após pouco mais de oito meses, os indicadores de Taxa de Retenção ou Fidelização, como decidimos chamar, aumentou significativamente e o churn anual ficou abaixo de 8%.

VULPS: Gostaria de deixar um conselho para os empresários?

D.L.: Se você quer ou precisa mudar o patamar de sua empresa – seja ela de qualquer tamanho –, busque contratar pessoas e profissionais experientes. Os Black Belts da VULPS podem contribuir sobre como seguir nesta jornada de transformação e de melhoria do seu negócio.

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